Dalus

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Dalus

Opção de tratamento: Cerebrovascular Accident

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Dalus

O Dalus é um preparado farmacêutico que contém a substância ativa Citicolina, um composto idêntico a uma substância fundamental que existe naturalmente no cérebro. A sua função principal é apoiar a integridade estrutural e a saúde metabólica das células nervosas.

Propriedade Descrição
Princípio ativo Citicolina (CDP-colina)
Formas farmacêuticas Comprimidos, Solução Oral, Solução Injetável
Classe farmacológica Agente Nootrópico e Neuroprotetor
Objetivo geral Apoio à saúde estrutural e funcional do cérebro
Origem Composto derivado (quimicamente idêntico a um composto endógeno)

O que é o Dalus e qual é o seu princípio ativo?

Dalus é a designação comercial de um medicamento que contém o princípio ativo Citicolina, quimicamente definida como Citidina 5'-difosfocolina (CDP-colina). Esta substância é um composto endógeno sintetizado naturalmente no corpo humano, servindo como um precursor vital na formação da Fosfatidilcolina, o principal lípido estrutural das membranas neuronais. Este medicamento é uma formulação de produto único, sendo a Citicolina o seu único componente terapêutico.

A estrutura molecular única da Citicolina é sustentada por estudos farmacológicos publicados em revisões sistemáticas, que demonstram o seu papel reconhecido no reforço da saúde estrutural dos tecidos neurológicos.

Que tipo de medicamento é a Citicolina?

A Citicolina está formalmente classificada como um Agente Nootrópico e um Agente Neuroprotetor, inserindo-se na categoria dos Psicoanaléticos. Esta classificação significa que o seu objetivo geral é apoiar os processos metabólicos e funcionais no sistema nervoso central. A investigação confirma que a Citicolina apoia a saúde cerebral através da estabilização das membranas neuronais e da promoção da síntese de fosfolípidos. Isto significa que o composto é geralmente reconhecido por ajudar a preservar a integridade física e a função das células nervosas.

O seu papel principal consiste em fornecer os elementos necessários para que o cérebro mantenha e repare as membranas neuronais após stress metabólico, como em condições que possam comprometer o fluxo sanguíneo cerebral.

Em que formas está o Dalus disponível?

O Dalus é fornecido em diversas preparações farmacêuticas para responder a diferentes necessidades clínicas. Estas formas farmacêuticas incluem formatos para medicação oral, tais como comprimidos e uma solução oral líquida. O medicamento é também disponibilizado como uma solução injetável estéril, adequada para as vias de administração intramuscular ou intravenosa, permitindo uma utilização flexível em cuidados de suporte agudos ou crónicos para o grupo de doentes de adultos e idosos.

Quais efeitos secundários são possíveis com Dalus?

Efeitos Secundários Possíveis e Informação de Segurança

A secção seguinte detalha os efeitos adversos e as características de segurança oficialmente documentados do Dalus (Citicolina), baseando-se estritamente em fontes de informação técnica.

Abrangência das Reações Adversas

A classificação de segurança mais proeminente na documentação técnica indica que todas as reações adversas listadas são reportadas como Muito Raras (ocorrendo em menos de 1 em cada 10.000 doentes tratados). Nenhuma reação está explicitamente designada como uma "Reação Adversa Grave".

Os efeitos adversos estão oficialmente agrupados pelas seguintes Classes de Sistemas de Órgãos (SOC):

Classe de Sistemas de Órgãos (SOC) Exemplos de Efeitos Muito Raros
Sistema Nervoso Cefaleias, tonturas, tremores, insónia
Doenças Gastrointestinais Náuseas, vómitos, diarreia, dor gástrica, hipersalivação
Doenças Vasculares Hipertensão arterial, hipotensão arterial
Perturbações Gerais e Outras Edema, eritema (vermelhidão), tremores, aumento da temperatura corporal, alterações insignificantes nos parâmetros da função hepática, alucinações, dispneia

Restrições de Segurança e Populações Especiais

A informação técnica oficial descreve limitações específicas e populações que requerem consideração especial:

  • Contraindicações: O Dalus é contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida à preparação ou naqueles que apresentem hipertonia do sistema nervoso parassimpático (aumento do tónus do sistema nervoso parassimpático).
  • Precauções: Recomenda-se precaução ao administrar o medicamento a doentes com doença de Parkinson ou historial de depressão, bem como em casos de hemorragia intracraniana persistente.
  • Crianças e Gravidez: A administração é aconselhada apenas em situações em que o benefício esperado para a mãe supere qualquer risco potencial para o feto ou criança, devido aos dados limitados nestes grupos. Não é necessário ajuste de dose para idosos apenas com base na idade.
  • Nota sobre Interações: O medicamento não deve ser utilizado concomitantemente com fármacos que contenham meclofenoxato.

Esta estrutura garante que o perfil de segurança seja compreendido através dos riscos documentados e das restrições obrigatórias, conforme definido pelas normas de saúde.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

O perfil de segurança oficial do Dalus (Citicolina) em caso de sobredosagem distingue-se pela baixa toxicidade intrínseca do composto. Documentos oficiais confirmam que a substância apresenta um perfil de toxicidade muito baixo em humanos. Esta característica resulta numa classificação de que o aparecimento de uma intoxicação é improvável, mesmo quando as doses terapêuticas são acidentalmente excedidas. Em conformidade com esta avaliação, não existem desfechos específicos graves ou potencialmente fatais resultantes de uma sobredosagem aguda que estejam formalmente documentados na informação oficial de prescrição. Além disso, a informação técnica refere que não foram reportados casos de sobredosagem.

Ações de Emergência Necessárias

Na eventualidade de uma ingestão acidental de quantidades que excedam a dose prescrita, as orientações em vigor determinam uma ação imediata. Deve dirigir-se imediatamente ao serviço de urgência hospitalar mais próximo ou contactar um médico. Esta ação necessária garante uma avaliação clínica profissional e a observação indispensável.

A resposta oficial está claramente definida: o tratamento envolve a realização de terapêutica sintomática. Esta abordagem é utilizada porque não se conhece um antídoto específico para o composto. As informações oficiais sobre sobredosagem não detalham considerações específicas baseadas em grupos populacionais, como por exemplo doentes idosos, relativamente à gravidade de uma dose excessiva.

Usos terapêuticos de Dalus

O Dalus é geralmente considerado relevante em áreas terapêuticas que requerem uma gestão de suporte para a função neurológica e a saúde cognitiva. O medicamento é habitualmente utilizado para fornecer um apoio que auxilia na redução da carga sintomática global em condições como doenças cerebrovasculares (incluindo o acidente vascular cerebral isquémico) e traumatismos cranianos, sendo considerado pertinente em contextos clínicos que envolvam padrões de sintomas agudos ou disruptivos.

Este medicamento é utilizado na gestão de padrões sintomáticos de alterações de memória, redução da atenção e lentidão de raciocínio generalizada. Para doentes em reabilitação, pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional após um AVC ou traumatismo cranioencefálico (TCE). Este suporte terapêutico contribui para um maior bem-estar durante os períodos sintomáticos, uma vez que “ajuda a melhorar o conforto diário durante os períodos sintomáticos”. O Dalus apresenta relevância em condições que se manifestam através de episódios agudos ou de declínio crónico, incluindo a demência vascular, o Défice Cognitivo Ligeiro (DCL) e a fase de recuperação após um traumatismo cranioencefálico.

Facto Rápido: Suporte de Sintomas: Alterações de Memória O Dalus é comummente aplicado quando os sintomas causam um esforço funcional percetível, particularmente em questões relacionadas com a concentração e a perda de memória no grupo de doentes idosos.

Este alívio de suporte ajuda a manter uma sensação de estabilidade quando os sintomas cognitivos são mais evidentes, auxiliando o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Dalus?

O perfil de elegibilidade oficial para o Dalus (Citicolina) é definido por exclusões rigorosas e diretrizes de utilização condicional, documentadas em fontes regulamentares oficiais.

Categoria Estatuto Oficial
Contraindicação Absoluta Estritamente proibido para doentes com hipersensibilidade conhecida à citicolina ou a qualquer componente da formulação. Também é contraindicado em doentes com hipertonia do sistema nervoso parassimpático.
Grupo Etário Aprovado A utilização está estabelecida para populações de doentes adultos e idosos.
Utilização Condicional (Precaução) Requer precaução especial em doentes com hemorragia intracraniana aguda ou persistente, uma vez que os avisos oficiais referem que doses elevadas podem potencialmente agravar o fluxo sanguíneo cerebral.
Elegibilidade Pediátrica A utilização em crianças e adolescentes é frequentemente descrita como tendo experiência limitada ou dados insuficientes para estabelecer a segurança; o medicamento só é prescrito quando os benefícios esperados superam significativamente os riscos potenciais.
Estado Reprodutivo A utilização durante a gravidez e amamentação não é recomendada devido à falta de dados fiáveis e suficientes que confirmem a segurança. Só é permitida se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto ou para o bebé.

Estas diretrizes regem quem é oficialmente elegível para o uso de Dalus com base no historial do doente, estado fisiológico e idade, de acordo com a rotulagem autorizada.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

A documentação oficial sobre a substância ativa Citicolina (Dalus) define o perfil de interações com base em restrições específicas entre fármacos, numa proibição formal e em limitações quanto ao consumo de certas substâncias.


Proibições Formais

A coadministração de Dalus com medicamentos que contenham meclofenoxato (clofenoxato) está formalmente contraindicada e estes não devem ser administrados em simultâneo, de acordo com as normas em vigor. Esta é uma exclusão explícita, prevista na informação oficial do medicamento.


Interações Medicamentosas Documentadas

Está documentada uma interação farmacodinâmica específica com a substância L-dopa (levodopa), utilizada no tratamento da doença de Parkinson. A informação técnica refere que a Citicolina potencia os efeitos da L-dopa quando administradas conjuntamente. Esta interação é classificada como um efeito sinérgico com relevância clínica.


Restrições de Substâncias

A informação de utilização inclui uma restrição de interação relativa a uma substância não medicinal. É estipulado que o álcool não deve ser consumido durante o período de utilização de Dalus. Esta diretriz estabelece uma limitação necessária à utilização simultânea do medicamento com bebidas alcoólicas. Não estão documentadas interações específicas de base farmacocinética, como as relacionadas com as enzimas CYP, ou com transportadores.

Mecanismo de ação

O Dalus, que contém piracetam, acumula-se de forma seletiva no sistema nervoso central, particularmente no córtex cerebral. Existe a hipótese de que funcione como um modulador alostérico positivo do recetor do ácido alfa-amino-3-hidroxi-5-metil-4-isoxazolpropiónico (AMPA), facilitando assim a transmissão excitatória pós-sináptica mediada pelo glutamato. O piracetam também modula a fluidez da membrana celular, nomeadamente nos eritrócitos (glóbulos vermelhos) e nos neurónios, através de interações físico-químicas com a bicamada fosfolipídica. Esta interação estabiliza as membranas neuronais e influencia a função dos canais iónicos, levando a um aumento generalizado da excitabilidade neuronal.

Os efeitos subsequentes incluem o reforço da neurotransmissão colinérgica, através do aumento da libertação de acetilcolina ou da sensibilidade dos recetores. Além disso, a molécula atua como um agente protetor contra a hipóxia cerebral, mantendo a homeostase energética celular e reduzindo o impacto da privação de oxigénio na integridade neuronal, ao modular a função mitocondrial. Ao nível sistémico, as consequências fisiológicas envolvem o aumento da comunicação entre os hemisférios cerebrais e a modulação da microcirculação cerebral.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar Dalus (Citicolina): Diretrizes Oficiais de Administração

A administração de Dalus, que contém a substância ativa Citicolina, deve seguir rigorosamente as instruções oficiais fornecidas nos documentos regulamentares, tais como os publicados pelas agências nacionais de saúde. O medicamento está disponível tanto para utilização oral como parentérica, e a dosagem está normalizada para adultos.

Característica Instrução Regulamentar Oficial
Via de Administração Oral (comprimido ou solução), Intramuscular (IM) ou Intravenosa (IV).
Esquema Posológico A dose diária habitual para adultos varia entre 500 mg e 1000 mg, podendo ser aumentada até um máximo de 2000 mg por dia.
Momento da Toma As formas orais do medicamento podem ser tomadas com ou sem alimentos.
Regras por Grupo Etário Doentes idosos geralmente não necessitam de ajuste posológico e podem receber a dose padrão para adultos.

Condições de Procedimento na Administração

Quando o Dalus é administrado por via intravenosa, devem ser seguidas condições de procedimento específicas para garantir a sua utilização correta, conforme detalhado na informação regulamentar de prescrição:

  • Velocidade Intravenosa: A injeção intravenosa (IV) direta deve ser administrada de forma muito lenta, habitualmente durante um período de 3 a 5 minutos.
  • Velocidade de Perfusão IV: Para a perfusão gota a gota intravenosa, a velocidade recomendada é de 40 a 60 gotas por minuto.
  • Incompatibilidades: O medicamento não deve ser administrado em conjunto com outros fármacos que contenham meclofenoxato (clofenoxato).

Estas instruções oficiais definem a utilização normalizada do Dalus, assegurando que a dose correta é administrada através da via aprovada, incluindo a velocidade lenta exigida para a administração intravenosa.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre Dalus

Evidência para Utilização no Acidente Vascular Cerebral (AVC) Isquémico Agudo

A investigação sobre o Dalus incluiu Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) de larga escala e revisões abrangentes. Estes estudos avaliaram adultos e idosos no período imediato após a ocorrência de um AVC isquémico agudo. Os investigadores monitorizaram estes doentes para medir desfechos que refletissem o funcionamento diário ou o nível de atividade.

Os resultados descrevem padrões observados nos estudos. A investigação explorou a recuperação funcional em subgrupos específicos de doentes que apresentavam sintomas de moderados a graves no início do estudo. No entanto, quando os investigadores analisaram os resultados de todos os doentes nos ensaios mais amplos e abrangentes, os dados revelaram-se mistos. A consistência dos resultados entre os principais ECCA permanece baixa devido à variação dos dados, o que significa que a certeza quanto ao perfil completo da investigação é limitada para toda a gama de doentes com AVC.

Evidência para Utilização em Défice Cognitivo Ligeiro (DCL) e Problemas de Memória Associados à Idade

O Dalus foi avaliado em adultos mais velhos que apresentavam Défice Cognitivo Ligeiro (DCL) ou problemas gerais de memória associados ao envelhecimento. A investigação avaliou desfechos relacionados com alterações no desempenho neurocognitivo, tais como o estado cognitivo geral e competências específicas como a atenção e a memória episódica.

Os resultados indicam padrões que parecem descrever uma associação com a manutenção do desempenho em domínios cognitivos específicos, particularmente naqueles indivíduos que apresentavam pontuações de desempenho mais baixas no início do estudo. Contudo, as durações do acompanhamento foram limitadas em muitos destes estudos. Isto significa que, embora a investigação ofereça perspetivas sobre alterações a curto prazo, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos quanto à permanência destas alterações ou se as mesmas alteram o curso do declínio cognitivo ao longo de vários anos.

Qualidade da Evidência e Principais Limitações da Investigação

É fundamental compreender que a qualidade da evidência varia entre os estudos e entre as diferentes condições para as quais o Dalus foi avaliado. As principais limitações incluem o facto de a dimensão das amostras ter sido modesta em alguns estudos cognitivos e as durações do acompanhamento terem sido limitadas em diversas condições, o que significa que os dados a longo prazo são escassos.

Os resultados descrevem padrões de grupo e não resultados individuais, e a investigação não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante. A evidência destaca o que é conhecido — e o que permanece incerto — e deve ser considerada no contexto destas limitações da investigação.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Dalus (FAQ)

P: Quais são os efeitos secundários mais comuns associados ao Dalus?

R: A informação de segurança oficial classifica todas as reações adversas listadas para o Dalus como Muito Raras, o que significa que ocorrem em menos de 1 em cada 10.000 doentes tratados. Entre as reações documentadas nesta categoria rara, observam-se comummente efeitos no sistema gastrointestinal, tais como náuseas, vómitos e diarreia.

P: O Dalus provoca cansaço ou sonolência?

R: A documentação oficial de segurança sobre o sistema nervoso lista efeitos como tonturas, tremores e dificuldade em dormir (insónia) como Muito Raros. Efeitos como a sonolência ou fadiga geral não constam entre as reações adversas explicitamente listadas na rotulagem regulamentar oficial.

P: O Dalus pode causar mal-estar estomacal ou náuseas?

R: Sim, os documentos oficiais confirmam que o Dalus pode ter efeitos no sistema gastrointestinal. Os efeitos documentados incluem náuseas, vómitos, diarreia e dor gástrica. Contudo, estes são classificados como Muito Raros, ocorrendo em menos de 1 em cada 10.000 doentes.

P: Quanto tempo demora o Dalus a começar a atuar?

R: A informação farmacocinética indica que, após a toma de uma dose oral, os componentes da substância ativa atingem os seus níveis máximos na corrente sanguínea em aproximadamente uma hora. Estudos clínicos que avaliam os seus efeitos na memória ou função monitorizam frequentemente alterações nos desfechos ao longo de períodos que variam entre várias semanas e alguns meses.

P: Que alimentos ou bebidas devem ser evitados durante a utilização do Dalus?

R: A informação oficial de prescrição estabelece uma restrição formal contra o consumo de álcool durante a utilização do Dalus. A documentação oficial não lista quaisquer outros alimentos ou bebidas específicos que devam ser estritamente evitados durante o tratamento.

P: Porque é que o Dalus é geralmente tomado uma vez por dia?

R: A dose diária oficial para adultos situa-se, normalmente, no intervalo de 500 mg a 1000 mg. A substância ativa tem uma semivida de eliminação longa, reportada como sendo de aproximadamente 50 a 70 horas. Este perfil farmacocinético fundamenta um regime de toma única diária.

P: O Dalus afeta a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

R: A informação oficial para o doente aborda o potencial de efeitos na capacidade de conduzir e utilizar máquinas. Esta é uma precaução padrão porque os efeitos secundários Muito Raros documentados incluem aqueles que afetam o sistema nervoso, tais como dores de cabeça e tonturas.

P: Como descrevem as fontes oficiais o 'benefício' esperado do Dalus?

R: O Dalus é classificado oficialmente como um agente nootrópico e neuroprotetor. O seu propósito geral é definido como o apoio à integridade estrutural e à saúde metabólica das células nervosas. A investigação analisou a sua capacidade de apoiar a recuperação funcional e alterações no desempenho neurocognitivo em grupos específicos de doentes.

P: O Dalus é prescrito para uso a curto ou longo prazo?

R: A evidência científica disponível indica que o Dalus foi estudado durante períodos definidos, como a fase imediata após um evento e em ensaios com duração até vários meses para questões associadas à idade. Devido a limitações na duração do acompanhamento, a informação oficial é geralmente escassa quanto aos efeitos a longo prazo para o uso contínuo ao longo de vários anos.

P: Ouvi dizer que o Dalus pertence à mesma classe de outro medicamento — está correto?

R: As fontes oficiais classificam a substância ativa do Dalus, a citicolina, como um Agente Nootrópico e Neuroprotetor, inserindo-a na categoria geral dos Psicoanalépticos. Esta classificação define a sua categoria farmacológica formal e alinha-se com o seu propósito de apoiar processos metabólicos e funcionais no sistema nervoso central.

P: O que acontece se me esquecer de uma dose de Dalus?

R: A informação oficial aconselha que uma dose esquecida seja tomada logo que se lembre. No entanto, se estiver quase na hora da próxima dose agendada, a dose esquecida deve ser saltada para evitar a toma de duas doses demasiado próximas.

P: Existe uma versão genérica do Dalus disponível?

R: Dalus é o nome comercial da substância ativa citicolina. Como esta substância é quimicamente idêntica a um composto produzido naturalmente no organismo, vários fabricantes fornecem produtos que contêm esta substância sob diferentes nomes comerciais em vários mercados.

P: Quanto tempo permanece o Dalus no corpo após a última dose?

R: Os dados farmacocinéticos indicam que os componentes administrados da substância ativa têm uma semivida longa no organismo, reportada como sendo de aproximadamente 50 a 70 horas. A eliminação ocorre principalmente através da respiração e da urina.

P: O Dalus é considerado viciante ou passível de causar dependência?

R: A substância ativa do Dalus não está classificada como uma substância controlada. Não é descrita na documentação oficial como tendo risco de dependência ou de causar habituação.

P: Existem preocupações de saúde a longo prazo associadas ao uso do Dalus?

R: As revisões de segurança oficiais descreveram o seu perfil de toxicidade como insignificante. No entanto, como os estudos clínicos envolveram tipicamente períodos de acompanhamento de alguns meses a um ano, os dados de segurança para o uso que se estende por vários anos permanecem escassos.

P: O Dalus ainda está a ser estudado para outras condições?

R: A investigação com a substância ativa é contínua e está documentada em registos governamentais. Os estudos analisam o seu potencial papel em várias condições neurológicas além das utilizações atualmente documentadas, incluindo em populações pediátricas específicas.

P: O Dalus contém alergénios comuns como glúten ou lactose?

R: Os ingredientes inativos variam consoante a forma farmacêutica. Os documentos oficiais listam excipientes como o sorbitol e agentes corantes que podem exigir precaução devido a sensibilidades conhecidas. A lista completa de ingredientes inativos na embalagem fornece informações específicas sobre alergénios.

P: Qual é o efeito secundário mais grave listado para o Dalus nos documentos oficiais?

R: A documentação oficial fornece um perfil de segurança completo e afirma que todas as reações adversas listadas são classificadas como Muito Raras. Nenhuma reação é explicitamente designada como uma 'Reação Adversa Grave' no perfil de segurança padrão.

P: É normal o efeito do medicamento parecer diferente após várias semanas?

R: Os estudos realizados, particularmente sobre a memória associada à idade, monitorizaram o desempenho ao longo de períodos de várias semanas ou meses. Isto sugere que as alterações documentadas na evidência podem tornar-se aparentes de forma gradual ao longo do tempo.

P: O Dalus foi aprovado noutros países além dos EUA/UE?

R: Sim, a documentação confirma que a substância ativa do Dalus está aprovada e é utilizada em muitos países em todo o mundo, abrangendo regiões na Ásia, África e outros continentes.

P: As crianças ou adolescentes podem usar Dalus?

R: A documentação oficial observa que a experiência e os dados sobre a utilização em crianças e adolescentes são limitados. Recomenda-se a administração nestes grupos apenas quando for determinado que o benefício potencial justifica qualquer risco.

P: A dor de cabeça é um efeito secundário que acontece frequentemente com o Dalus?

R: A dor de cabeça está listada como um efeito adverso documentado. No entanto, é classificada como um evento Muito Raro, ocorrendo em menos de 1 em cada 10.000 doentes tratados.

P: O Dalus pode causar alterações no humor ou níveis de ansiedade?

R: A documentação oficial recomenda precaução para doentes com historial de depressão. Adicionalmente, reações como ansiedade e agitação estão listadas entre os efeitos documentados, embora sejam classificadas como eventos Muito Raros.

Como Dalus deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Armazenamento e Eliminação

O armazenamento e a eliminação do Dalus devem cumprir rigorosamente as instruções especificadas na rotulagem oficial do produto. O medicamento deve ser conservado a uma temperatura não superior a 30°C e deve ser protegido da luz solar direta e da humidade. É explicitamente indicado que o medicamento não deve ser congelado.

Restrição de Armazenamento Requisito
Temperatura Conservar abaixo de 30°C.
Ambiente Proibido Não congelar.
Segurança Infantil Manter fora da vista e do alcance das crianças.
Regra do Recipiente Manter o medicamento na embalagem original e manter o recipiente bem fechado (para formas orais).
Estabilidade da Injeção A solução injetável destina-se a uso único e deve ser utilizada imediatamente após a abertura.

A eliminação de qualquer produto não utilizado ou de medicamentos fora do prazo de validade é obrigatória, de acordo com a regulamentação local. É estritamente proibido eliminar o Dalus através das águas residuais ou do lixo doméstico comum; os doentes devem consultar um farmacêutico para obter orientações sobre a eliminação correta.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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