Daisy

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Daisy

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substâncias Ativas Desogestrel, Etinilestradiol
Forma Farmacêutica Comprimido Revestido por Película, Tira de Teste de Diagnóstico
Classe Farmacológica Contraceptivo Hormonal (Contraceptivo Oral Combinado)
Uso Comum Prevenção da Gravidez
Origem Hormonas de Síntese

Que tipo de contraceptivo é o Daisy?

O Daisy é classificado como um contraceptivo oral combinado (COC), um tipo de contraceptivo hormonal de venda exclusiva mediante receita médica, apresentado como um kit abrangente para a prevenção da gravidez. Este medicamento pertence à classe farmacológica da associação estrogénio-progestagénio, uma categoria reconhecida pelo controlo sistémico da reprodução. Utiliza um regime posológico monofásico fixo, no qual a concentração dos componentes ativos permanece constante em todos os comprimidos funcionais. O Daisy diferencia-se pela sua apresentação única enquanto kit que integra os comprimidos orais principais com um elemento de diagnóstico não medicinal, especificamente uma tira de teste de gravidez. O propósito geral desta terapia hormonal sintética é proporcionar uma modulação reprodutiva sistémica para alcançar o objetivo fundamental da contraceção.


Composição: Hormonas Sintéticas Desogestrel e Etinilestradiol

A ação medicinal do Daisy é atribuída às suas duas substâncias ativas hormonais sintéticas: o componente progestagénio, desogestrel, e o componente estrogénio, etinilestradiol. Ambas são hormonas sintéticas administradas por via oral sob a forma de um comprimido revestido por película. A investigação confirma que os contraceptivos orais combinados que contêm desogestrel e etinilestradiol proporcionam uma inibição eficaz da ovulação. Isto significa que a combinação destes dois componentes sintéticos está cientificamente estabelecida para impedir a libertação de um óvulo, que é a ação base do medicamento. A inclusão do desogestrel, um progestagénio de terceira geração, confere a esta formulação um perfil farmacológico distinto em comparação com os COCs mais antigos. Esta composição de produto combinado oferece uma estratégia hormonal dupla, clinicamente reconhecida pelas suas propriedades contraceptivas fiáveis.


Como o Daisy cumpre o seu propósito contraceptivo

O fármaco funciona primordialmente como um agente antiovulatório, cumprindo o seu propósito geral através da modulação sistémica do ciclo reprodutivo para impedir a libertação de um óvulo. As hormonas sintéticas combinadas ativam três ações sincronizadas que contribuem para a eficácia global do medicamento na prevenção da gravidez. Estes princípios de alto nível envolvem a supressão da ovulação, o espessamento da mucosidade cervical para dificultar a passagem dos espermatozoides e a modificação do revestimento uterino, criando assim uma defesa de três camadas contra a conceção. Esta abordagem sistémica é a razão central para a sua classificação como contraceptivo hormonal, tornando-o uma opção adequada para mulheres em idade reprodutiva que procuram um controlo reprodutivo de longo prazo e não cirúrgico.

Quais efeitos secundários são possíveis com Daisy?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

Avisos de Segurança Críticos e Contraindicações

O Daisy inclui um Aviso de Advertência (Boxed Warning) na sua rotulagem oficial relativo aos riscos graves de Hipotensão (pressão arterial baixa) e Síncope (desmaio ou perda de consciência). Este risco é substancialmente aumentado e resulta em contraindicações absolutas quando o fármaco é utilizado sob as seguintes condições:

  • Utilização concomitante com álcool.
  • Utilização concomitante com inibidores moderados ou fortes da CYP3A4 (uma classe de medicamentos que pode interferir com a decomposição do Daisy no organismo).
  • Em doentes com qualquer grau de compromisso hepático (problemas no fígado).

Devido à gravidade destes riscos, o medicamento está disponível apenas através de um sistema de distribuição restrita conhecido como programa de Estratégia de Avaliação e Mitigação de Riscos (REMS). Este programa exige certificações específicas para prescritores e farmácias para garantir que as utilizadoras são informadas sobre a necessidade crítica de se absterem de álcool e evitarem certos medicamentos.

Reações Adversas Comuns

As reações adversas comunicadas com maior frequência em ensaios clínicos (incidência ≥ 2%) afetam principalmente o sistema nervoso e o trato gastrointestinal. Estas incluem tipicamente:

  • Efeitos no Sistema Nervoso: Tonturas, sonolência (dormência/vontade de dormir), insónia.
  • Efeitos Gastrointestinais: Náuseas, boca seca.
  • Efeitos Gerais: Fadiga.

Restrições de População e de Utilização

Para gerir o risco de depressão do sistema nervoso central (SNC), o medicamento é doseado exclusivamente uma vez por dia, ao deitar. Tomar o medicamento durante as horas de vigília pode aumentar o risco de depressão do SNC, hipotensão e ferimentos acidentais. A sua indicação está limitada a mulheres na pré-menopausa com Perturbação do Desejo Sexual Hipoativo (PDSH) adquirida e generalizada; o fármaco não está indicado para utilização em homens ou mulheres após a menopausa.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

O perfil regulamentar oficial deste contracetivo oral combinado foca-se nas manifestações documentadas de sobredosagem aguda e nas ações de emergência específicas que são requeridas.

Âmbito da Sobredosagem: Informação Regulamentar Oficial

Elemento Declaração Regulamentar Oficial
Manifestações de sobredosagem documentadas As manifestações de sobredosagem aguda estão principalmente relacionadas com efeitos hormonais e incluem náuseas, vómitos e hemorragia vaginal (ou hemorragia de privação). Outros sinais documentados são cefaleias (dores de cabeça), sonolência e tensão mamária.
Sistemas fisiológicos afetados Estão listados na rotulagem oficial efeitos nos sistemas gastrointestinal, reprodutor e nervoso central.
Fatores relacionados com a dose ou exposição Os documentos regulamentares classificam a ingestão aguda de doses elevadas como sendo improvável de colocar a vida em risco ou de causar efeitos nocivos graves.
Notas sobre sobredosagem em populações específicas A ingestão por crianças/raparigas jovens (antes da menarca) pode resultar numa apresentação, oficialmente documentada, de ligeira hemorragia vaginal.

Ações de Emergência e Gestão Clínica

As orientações regulamentares oficiais exigem que se procure ajuda médica de imediato e se contacte um Centro de Informação Antivenenos (CIAV) logo após uma sobredosagem conhecida ou suspeita. Embora geralmente não esteja associada a reações adversas graves, a monitorização hospitalar é necessária para observar os sinais vitais. O tratamento deve ser sintomático e de suporte, uma vez que não existe um antídoto específico conhecido para esta formulação.

Usos terapêuticos de Daisy

Para que é utilizado Daisy: principais utilizações e benefícios

Daisy é um contracetivo oral combinado, frequentemente referido como "a pílula", utilizado principalmente para prevenir a gravidez. Cada comprimido contém uma pequena quantidade de duas hormonas femininas diferentes, nomeadamente o desogestrel (um progestagénio) e o etinilestradiol (um estrogénio). Devido às baixas doses hormonais, o Daisy é considerado um contracetivo oral de baixa dose.

A função principal do Daisy é impedir a conceção através de múltiplos mecanismos reguladores no sistema reprodutor. O benefício central da sua utilização é a prestação de uma proteção eficaz e reversível contra a gravidez, desde que o medicamento seja tomado de forma consistente e conforme as instruções.

Para além da contraceção, a utilização de contracetivos orais combinados como o Daisy pode proporcionar benefícios adicionais à saúde reprodutiva. Estes podem incluir a regulação do ciclo menstrual, tornando as hemorragias mais previsíveis, menos intensas e de menor duração. Como resultado, as utilizadoras podem experienciar uma redução na sintomatologia associada à menstruação, como as dores abdominais (dismenorreia) e uma diminuição do risco de deficiência de ferro relacionada com perdas de sangue excessivas.

É importante notar que o Daisy, tal como outros contracetivos hormonais, não oferece proteção contra a infeção pelo vírus VIH (SIDA) ou qualquer outra doença sexualmente transmissível. O uso deste medicamento deve ser sempre acompanhado por uma monitorização adequada, garantindo que o perfil de saúde da utilizadora é compatível com a terapêutica hormonal combinada.

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade da População para o Daisy

O Daisy (Desogestrel/Etinilestradiol) está indicado para utilização como contracetivo em mulheres adultas e adolescentes pós-menarca (após a primeira menstruação), desde que não apresentem contraindicações. A elegibilidade é estritamente definida por documentos regulamentares governamentais, focando-se principalmente no estado de saúde cardiovascular e hepática da utilizadora.

Contraindicações (Quem não deve utilizar)

A utilização é absolutamente contraindicada em doentes com antecedentes de eventos tromboembólicos venosos ou arteriais (tais como Trombose Venosa Profunda, Embolia Pulmonar, Enfarte do Miocárdio ou Acidente Vascular Cerebral) e condições trombofílicas. O medicamento não deve ser utilizado por mulheres com mais de 35 anos que fumem ou por aquelas que apresentem hipertensão grave não controlada. Outras proibições absolutas incluem historial de enxaqueca com aura focal, doença hepática grave ou tumores hepáticos, e gravidez conhecida ou suspeita.

Restrições e Limitações

Este medicamento não é recomendado para mulheres que estejam a amamentar, particularmente no período pós-parto imediato. Para doentes que venham a ser submetidas a cirurgia major ou eletiva, a utilização deve ser interrompida pelo menos quatro semanas antes e durante as duas semanas seguintes ao procedimento, devido ao risco de coágulos sanguíneos. O uso não está estabelecido para doentes com insuficiência renal ou na população geriátrica (mulheres com idade superior a 65 anos).

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Daisy (Desogestrel/Etinilestradiol) está sujeito a diversas interações documentadas que alteram a sua eficácia ou o seu perfil de segurança. A estrutura destas interações é definida por proibições, requisitos de intervalo temporal e efeitos no metabolismo dos fármacos.


Classificações de Interação (Informação Regulamentar Oficial)

Classificação Impacto na Exposição ou Segurança do Fármaco Restrições
Combinações Contraindicadas Risco mais elevado de eventos adversos graves ou perda de eficácia. O uso é formalmente proibido com o ácido tranexâmico por via oral e regimes terapêuticos específicos para a Hepatite C (ex: Ombitasvir/paritaprevir/ritonavir).
Indutores das Enzimas Hepáticas Resultam na redução das concentrações plasmáticas das hormonas contracetivas. A coadministração requer precaução; inclui certos anticonvulsivantes, Rifampicina e o produto à base de plantas Erva de São João (Hypericum perforatum).
Substâncias que Alteram a Exposição O contracetivo pode reduzir a exposição de fármacos coadministrados como a Lamotrigina ou aumentar a exposição da Ciclosporina. Os efeitos sobre fármacos coadministrados estão oficialmente descritos como requerendo atenção.

Declarações Oficiais de Interação:

  • Regimes para a Hepatite C: Devido ao risco de elevações graves de ALT, o medicamento deve ser interrompido antes do início de certos tratamentos para a Hepatite C e pode ser reiniciado aproximadamente duas semanas após a conclusão do regime terapêutico.
  • Risco Farmacodinâmico: A rotulagem oficial indica que a coadministração de ácido tranexâmico por via oral é contraindicada devido a um sinergismo farmacodinâmico documentado que aumenta o risco de eventos tromboembólicos.
  • Alimentação: O consumo de sumo de toranja está documentado em informações alinhadas com as entidades reguladoras como alterando a absorção do medicamento, sendo geralmente desaconselhado.

Mecanismo de ação

Como funciona Daisy

A ação farmacológica deste medicamento é alcançada através das ações coordenadas dos seus dois componentes hormonais sintéticos, que acionam simultaneamente três mecanismos fisiológicos distintos para modular o ciclo reprodutivo.

Supressão Central do Eixo HPO

O mecanismo principal envolve o progestagénio e o estrogénio sintéticos, que atuam como agonistas nos recetores hormonais do hipotálamo e da glândula hipófise. Esta ativação dos recetores exerce um feedback negativo sobre o eixo Hipotálamo-Hipófise-Ovariano (HPO), levando a uma supressão profunda da secreção da Hormona Luteinizante (LH) e da Hormona Folículo-Estimulante (FSH). Esta cascata de eventos impede o pico de LH, inibindo a rutura folicular e a subsequente ovulação.

Mecanismos Complementares de Barreira Periférica

Os domínios mecanísticos secundários localizam-se no trato reprodutivo. O componente progestagénico altera diretamente as propriedades físicas do muco cervical, aumentando significativamente a sua viscosidade e criando uma barreira física que dificulta o transporte dos espermatozoides. Simultaneamente, as hormonas combinadas induzem alterações estruturais no revestimento do útero (endométrio), tornando-o não recetivo a uma potencial implantação. Estas ações periféricas contribuem com alterações fisiológicas complementares que apoiam o mecanismo central anti-ovulatório.

Informações sobre dosagem e administração

Como Daisy é Utilizado: Orientações Oficiais de Administração

O Daisy é um contracetivo oral combinado (COC) monofásico de 0,15 mg/0,03 mg, destinado à administração por via oral. O regime de utilização está definido em conformidade com as normas regulamentares, que estabelecem um ciclo contínuo de 28 dias a longo prazo.


Âmbito da Administração

Entidade de Instrução Orientação Oficial
Via de administração Administração oral de um comprimido revestido.
Esquema posológico 1 comprimido uma vez ao dia durante 28 dias consecutivos, seguindo a ordem indicada na embalagem. Isto inclui 21 comprimidos ativos seguidos de 7 comprimidos inertes (ou placebo).
Condições procedimentais especiais Os comprimidos devem ser tomados todos os dias à mesma hora. A ingestão pode ser feita com ou sem líquidos.
Regras de administração por grupo etário As adolescentes pós-púberes seguem o mesmo regime posológico dos adultos.

Estrutura do Procedimento e Continuidade

Sequência oficial de etapas:

  • Administração de um comprimido ativo (Desogestrel/Etinilestradiol 0,15 mg/0,03 mg) por via oral, uma vez ao dia, durante os primeiros 21 dias do ciclo.
  • Seguimento imediato da sequência de 21 dias ativos pela administração de um comprimido inerte, uma vez ao dia, durante os 7 dias seguintes.
  • Início de uma nova embalagem de 28 dias imediatamente após a conclusão da embalagem anterior, sem qualquer intervalo ou atraso entre as mesmas.

Se ocorrer o esquecimento de uma dose, os protocolos estabelecidos requerem um procedimento específico baseado no tempo decorrido desde a hora em que a dose deveria ter sido tomada e na semana do ciclo. Por exemplo, se o reinício ocorrer após um atraso significativo, deve ser utilizado concomitantemente um método de barreira não hormonal durante os 7 dias seguintes. Este esquema diário contínuo é um componente crítico do protocolo de administração documentado nas informações de prescrição regulamentares.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre Daisy


Evidência para a Prevenção da Gravidez (Contraceção)

O Daisy foi estudado para a sua utilização principal na prevenção da gravidez. A base de evidência global para esta classe de contracetivos hormonais é amplamente reconhecida. Foram realizados estudos clínicos em mulheres em idade reprodutiva, concebidos para avaliar os resultados relacionados com a utilização do medicamento através da medição da taxa de gravidez em períodos de utilização definidos. A investigação examinou o resultado da inibição da ovulação, um elemento fundamental estudado para o seu propósito contracetivo. As conclusões descrevem padrões de grupo e não resultados individuais, uma vez que o sucesso depende também de uma utilização consistente.


Evidência para a Gestão Sintomática de Condições do Ciclo Menstrual

A investigação tem explorado o papel deste medicamento na prestação de apoio sintomático para condições relacionadas com o ciclo menstrual, especificamente períodos dolorosos (dismenorreia) e hemorragia menstrual intensa ou irregular (menorragia). A evidência relativa ao apoio sintomático para períodos dolorosos baseia-se frequentemente em dados derivados da classe geral de contracetivos orais combinados (COCs), e a qualidade da evidência varia entre os estudos.

Investigação sobre a Gestão de Períodos Dolorosos (Dismenorreia)

Os estudos focaram-se em resultados relacionados com o desconforto físico, monitorizando as experiências relatadas pelas doentes e a forma como os sintomas se alteraram nas populações observadas. Alguns ensaios descreveram padrões relacionados com mudanças nas pontuações de gravidade da dor em comparação com as medições iniciais.

Investigação no Apoio a Hemorragias Intensas e Irregulares

Estudos têm monitorizado resultados relacionados com desequilíbrios sistémicos ou funcionais, tais como a medição objetiva da perda de sangue menstrual e o acompanhamento da regularidade da hemorragia. No entanto, os dados para certos grupos permanecem insuficientes.


Evidência para a Melhoria da Aparência da Pele (Acne)

A terapêutica hormonal combinada foi estudada para a sua utilização no apoio a doentes que lidam com acne moderada a grave. A investigação examinou resultados ligados a estados inflamatórios ou irritativos na pele, focando-se em avaliações da aparência cutânea. A base de evidência ainda está em desenvolvimento para este fim. Os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas, que foram frequentemente mulheres com acne ligeira a moderada.


Aspetos ainda Incertos na Investigação sobre o Daisy

A investigação sobre o Daisy ajuda a demonstrar o que foi observado até agora, mas permanecem diversas áreas de incerteza. Para muitas utilizações secundárias, as durações do acompanhamento foram limitadas, o que significa que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos após a interrupção do medicamento. Os dados para certos grupos permanecem insuficientes, particularmente para doentes com múltiplos problemas de saúde pré-existentes, e existe falta de evidência comparativa em certas áreas.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Daisy (FAQ)


P: O que devo fazer se me esquecer de uma dose?

R: As instruções para o caso de esquecimento de uma dose estão incluídas na informação oficial do produto Daisy. Esta documentação descreve, geralmente, como proceder, podendo sugerir a toma do comprimido assim que se lembre ou a omissão da dose se a toma seguinte estiver muito próxima. Para orientações detalhadas sobre esquemas posológicos específicos, consulte a secção completa "Como utilizar o Daisy" no folheto informativo.

P: Este medicamento afeta a minha capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

R: A rotulagem oficial inclui um aviso caso o medicamento possa afetar a capacidade de conduzir ou manusear máquinas. Se for do conhecimento geral que o Daisy causa efeitos como tonturas ou sonolência, a informação regulamentar sugere tipicamente que as utilizadoras monitorizem a sua própria resposta ao medicamento antes de realizarem atividades que exijam atenção total.

P: Posso tomar este medicamento com sumo de toranja?

R: A secção de "Interações" da informação oficial de prescrição aborda interações específicas com alimentos e bebidas. Se o consumo de toranja ou do seu sumo puder afetar significativamente a forma como o organismo processa o Daisy, existirá um aviso contra esta combinação nos documentos regulamentares.

P: É seguro tomar este medicamento se tiver uma doença hepática?

R: A informação oficial do produto especifica os ajustes de dose ou as precauções necessárias para doentes com compromisso hepático (fígado). Dependendo da condição, a rotulagem poderá indicar que o Daisy é contraindicado (não deve ser utilizado) ou que poderá ser necessária uma dose reduzida. Esta informação regulamentar detalha os requisitos para o uso nesta população específica.

P: Posso esmagar ou mastigar o comprimido, ou devo engoli-lo inteiro?

R: O método de administração aprovado está claramente indicado nas instruções oficiais de dosagem do Daisy. A rotulagem especificará explicitamente se os comprimidos devem ser deglutidos inteiros ou se podem ser esmagados, mastigados ou misturados com alimentos ou líquidos. Seguir o método aprovado garante a libertação correta do fármaco, conforme autorizado pelas entidades reguladoras.

P: Interage com suplementos à base de plantas comuns, como a Erva de São João?

R: Os documentos regulamentares listam as interações significativas, que podem incluir interações específicas com suplementos fitoterapêuticos amplamente utilizados, como a Erva de São João (Hypericum perforatum). As interações são listadas sempre que se saiba que um suplemento afeta a segurança geral ou a eficácia do produto.

P: Crianças com menos de 12 anos podem utilizar este medicamento?

R: A rotulagem oficial especifica a faixa etária aprovada para a utilização do Daisy. Caso o medicamento não tenha sido estudado ou aprovado para uso pediátrico, o documento indicará que o fármaco não é recomendado para crianças abaixo da idade especificada, como os 12 anos.

Como Daisy deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Daisy?

Esta secção descreve os requisitos regulamentares oficiais para a conservação e eliminação adequada dos comprimidos Daisy (Desogestrel/Etinilestradiol).

Requisitos de Conservação

Os comprimidos devem ser conservados a uma temperatura ambiente controlada, entre os 20 °C e os 25 °C. A embalagem deve ser mantida bem fechada e protegida do calor excessivo e da humidade para evitar a degradação do medicamento. É obrigatório manter este e todos os outros medicamentos fora da vista e do alcance das crianças e de animais de estimação.

Instruções de Eliminação

Os procedimentos oficiais de eliminação priorizam a utilização de um programa de retoma de medicamentos (como os pontos de recolha existentes nas farmácias) para comprimidos não utilizados ou fora de prazo. Não deve eliminar o produto na sanita nem deitá-lo no sistema de águas residuais. Caso não esteja disponível um programa de retoma, devem seguir-se as orientações para a eliminação de medicamentos por via não hídrica: misturar os comprimidos com uma substância pouco apelativa e colocá-los num recipiente selado antes de os depositar no lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Daisy encontrado em:

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