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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Circadine

Propriedade Descrição
Substância ativa Melatonina (N-acetil-5-metoxitriptamina)
Forma farmacêutica Comprimido de libertação prolongada
Classe farmacológica Cronobiótico, Agonista dos recetores da melatonina
Uso comum Agente promotor do sono, Sincronização do ritmo circadiano
Origem Sintética (mimetiza a hormona endógena)

O Circadin é um medicamento sujeito a receita médica, definido como um cronobiótico e um agonista dos recetores da melatonina, concebido para ajudar o organismo a regular o seu ciclo vigília-sono natural. Trata-se de um produto de substância única (monoterapia) utilizado para restaurar o equilíbrio na sinalização hormonal necessária para iniciar e manter o sono.


Que tipo de medicamento é o Circadin e como é classificado?

O Circadin pertence à classe farmacológica dos cronobióticos, uma categoria clinicamente reconhecida por influenciar o tempo dos processos biológicos do corpo, particularmente o ritmo circadiano. O seu composto ativo é a melatonina, que funciona como um agonista dos recetores da melatonina. Isto significa que a substância mimetiza a ação da hormona endógena secretada naturalmente pela glândula pineal. Este agente atua ligando-se aos recetores MT1 e MT2 para influenciar o tempo do ciclo vigília-sono. Este medicamento ajuda a estabilizar os sinais naturais de sono do corpo, especialmente em pessoas mais velhas que experienciam uma má qualidade de sono.


A melatonina do Circadin é natural ou sintética e qual é a sua forma?

A substância ativa, a melatonina, é produzida como melatonina sintética, mas é quimicamente idêntica à neuro-hormona produzida no organismo. O Circadin apresenta-se como um comprimido de libertação prolongada para administração oral, uma característica crítica que o distingue dos suplementos de melatonina de libertação imediata. Este design único, alcançado através do uso de excipientes farmacêuticos, garante que a substância ativa seja libertada de forma lenta e constante ao longo de várias horas, replicando de perto a libertação natural e sustentada de melatonina endógena durante a noite. A distinção principal da formulação é o seu perfil cinético de libertação sustentada, que é farmacologicamente essencial para manter o sinal cronobiótico durante todo o período de sono.


Qual é o objetivo geral deste agente cronobiótico?

O objetivo geral deste agente cronobiótico é atuar como um agente promotor do sono, estabilizando e sincronizando os ritmos circadianos. A ação fisiológica pretendida visa ajudar a melhorar a qualidade global do sono, reforçando o sinal hormonal apropriado. Ao visar as vias neurais no núcleo supraquiasmático (NSQ), o medicamento aumenta a propensão natural do indivíduo para dormir, apoiando o ajuste do relógio circadiano.

Quais efeitos secundários são possíveis com Circadine?

Efeitos Secundários Possíveis e Informação de Segurança

O perfil oficial de segurança da melatonina de libertação prolongada (Circadin) classifica sistematicamente as reações adversas com base na sua frequência e nos sistemas corporais afetados, seguindo rigorosamente as normas regulamentares.


Reações Adversas Frequentes e Pouco Frequentes

Os efeitos adversos documentados com maior frequência, categorizados como Frequentes (afetam 1 a 10 utilizadores em cada 100), incluem Cefaleia (dor de cabeça), Sonolência, Nasofaringite, Dor de costas e Artralgia (dor nas articulações). As reações classificadas como Pouco Frequentes (afetam 1 a 10 utilizadores em cada 1.000) incidem sobre os Sistemas Psiquiátrico e Nervoso, tais como Irritabilidade, Insónia, Sonhos anormais, Ansiedade, Tonturas e Hipertensão.


Reações Graves e Limitações de Segurança

As reações adversas Raras documentadas na rotulagem (afetam 1 a 10 utilizadores em cada 10.000) envolvem sistemas como o Sistema Sanguíneo e Linfático (ex.: leucopénia, trombocitopénia) e eventos Cardíacos (ex.: angina de peito). Estão também documentadas reações de hipersensibilidade, que podem ser graves, embora a sua frequência seja Desconhecida.

As restrições oficiais de segurança estabelecem que o medicamento não é recomendado para indivíduos com Insuficiência Hepática ou Doenças Autoimunes, devido, respetivamente, a potenciais alterações na depuração do fármaco ou à ausência de dados clínicos. A utilização também não é recomendada durante a gravidez e o aleitamento. Além disso, devido ao potencial de sonolência, o produto tem uma influência moderada na capacidade de conduzir e utilizar máquinas. A rotulagem também determina explicitamente que se deve evitar o consumo de álcool ao tomar este medicamento.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Os documentos regulamentares oficiais especificam que uma sobredosagem deste medicamento de libertação prolongada pode levar a uma exacerbação dos efeitos farmacológicos, afetando primordialmente o sistema nervoso central (SNC). As manifestações clínicas documentadas em caso de sobredosagem incluem sonolência acentuada, cefaleia (dor de cabeça), tonturas e deterioração da concentração. Exposições a doses significativamente acima do intervalo terapêutico foram também associadas a efeitos fisiológicos específicos, tais como taquicardia (aumento do ritmo cardíaco) e hipotermia ligeira (baixa temperatura corporal).

Embora os documentos oficiais classifiquem o risco de toxicidade geral como baixo, é obrigatória uma avaliação profissional imediata. Na eventualidade de uma suspeita de sobredosagem ou de ingestão acidental de grandes quantidades, as instruções regulamentares determinam que o utilizador deve procurar cuidados médicos imediatos para uma avaliação clínica célere.

A estratégia oficial para a gestão da sobredosagem é definida exclusivamente como tratamento sintomático e de suporte, visando abordar as manifestações e manter a estabilidade do doente. A rotulagem oficial confirma explicitamente que não se conhece nenhum antídoto específico para este medicamento. São necessários o acompanhamento clínico e a observação dos sinais vitais até que a condição do doente esteja estabilizada.

Usos terapêuticos de Circadine

O que o Circadin trata: principais utilizações e benefícios

A principal utilização terapêutica deste agente cronobiótico é a gestão da insónia primária, especificamente caracterizada por uma má qualidade de sono em adultos mais velhos. O medicamento é habitualmente utilizado para ajudar a abordar estes sintomas específicos em doentes com idade igual ou superior a 55 anos.

O Circadin é utilizado para a gestão dos sintomas centrais da insónia primária, que incluem dificuldades crónicas associadas ao adormecer (início do sono) e à manutenção do sono (perturbações em permanecer a dormir). Este foco terapêutico pode ajudar a promover uma maior estabilidade funcional nos padrões de sono, contribuindo para atenuar a carga sintomática global do repouso não reparador. O medicamento é relevante para situações clínicas que envolvam um desalinhamento ou interrupção fundamental do relógio interno do corpo (ritmo circadiano), atuando como um agente de suporte em condições que envolvam um desequilíbrio sistémico.

“Este tratamento é comummente aplicado em cenários onde os doentes experienciam dificuldades tanto em adormecer como em manter um sono reparador durante a noite.”

Esta abordagem contribui para um benefício terapêutico de suporte, auxiliando na regulação do tempo do sono, o que ajuda a manter a estabilidade funcional e o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.


Facto Rápido: Alívio para a perturbação do sono associada à idade O Circadin é indicado principalmente para adultos mais velhos (55+ anos) com insónia primária, e apoia a atenuação do impacto sintomático na estabilidade funcional associada a uma má qualidade de sono crónica.

Critérios de utilização e restrições

Critérios Oficiais de Elegibilidade para o Circadin

O Circadin está oficialmente indicado como monoterapia para o tratamento a curto prazo da insónia primária, caracterizada por uma má qualidade do sono em doentes com idade igual ou superior a 55 anos. A elegibilidade é estritamente definida pelas autoridades regulamentares.

Contraindicações e Exclusões

O medicamento é contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida à substância ativa (melatonina) ou a qualquer um dos excipientes. É também proibido para doentes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose ou má absorção de glucose-galactose.

Estado da População Classificação Regulamentar
Pediátrica (Menores de 18 anos) Não recomendado (Dados insuficientes)
Insuficiência Hepática (Fígado) Não recomendado (Diminuição da depuração)
Doenças Autoimunes Não recomendado (Ausência de dados clínicos)
Gravidez/Amamentação Não recomendado (Segurança não estabelecida)

A utilização em doentes com insuficiência renal (doença renal) exige cautela, uma vez que não foram realizados estudos dedicados sobre a eliminação do fármaco nesta população específica.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interação deste medicamento é definido principalmente pelos efeitos farmacocinéticos no seu metabolismo e pela sua capacidade de causar um reforço farmacodinâmico dos efeitos no sistema nervoso central (SNC). A melatonina é metabolizada essencialmente pelas enzimas CYP1A2, o que determina muitas das suas interações documentadas.


Combinações Contraindicadas e a Evitar

A administração concomitante com fluvoxamina deve ser evitada, uma vez que está documentado que este agente aumenta significativamente a exposição à melatonina (AUC e Cmax) através da inibição do seu metabolismo pelas vias CYP1A2 e CYP2C19. Não deve ser consumido álcool com este medicamento, dado que os documentos regulamentares referem que este reduz a eficácia global no sono. O tratamento concomitante com hipnóticos relacionados com as benzodiazepinas (por exemplo, Zolpidem) deve ser evitado devido ao potencial documentado de aumento dos efeitos sedativos e da deterioração psicomotora.


Interações que Alteram a Exposição

As substâncias que inibem a CYP1A2, tais como os estrogénios (encontrados em contracetivos ou terapêutica de substituição hormonal), a cimetidina e as quinolonas, podem aumentar as concentrações plasmáticas de melatonina. Inversamente, agentes que induzem a CYP1A2, incluindo a rifampicina e a carbamazepina, juntamente com o tabagismo, podem levar à redução dos níveis plasmáticos do medicamento. A rotulagem oficial refere ainda que este produto não é recomendado para doentes com insuficiência hepática (doença do fígado), uma vez que a diminuição da depuração resulta em níveis de melatonina endógena acentuadamente elevados.

Mecanismo de ação

Agonismo do Relógio Central e Sincronização Circadiana

A substância ativa funciona como um agonista altamente específico nos recetores da melatonina (MT1 e MT2), localizados principalmente no regulador mestre do tempo no cérebro, o Núcleo Supraquiasmático (NSQ). Esta interação molecular direcionada modula a via central do ritmo circadiano. A ativação do recetor MT1 inicia uma cascata mecanística que suprime a atividade neuronal no NSQ, originando um sinal fisiológico que influencia a transição para o estado noturno, enquanto a ativação do recetor MT2 é central para a sincronização dos sinais temporais internos (desvio de fase).


Perfil Mecanístico Sustentado e Manutenção Fisiológica

O fármaco é fornecido numa formulação de libertação prolongada, um aspeto crítico do mecanismo concebido para mimetizar a secreção hormonal noturna sustentada do organismo. Este agonismo sustentado assegura que o sinal do estado noturno permaneça constante ao longo de várias horas, contribuindo para a estabilização do relógio interno e mantendo a sinalização regulada do ciclo vigília-sono. Este perfil mecanístico é necessário para que a sincronização cronobiótica seja eficaz durante a duração requerida, modulando o tempo e a intensidade do ritmo circadiano.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Circadin: Orientações Oficiais de Administração

O Circadin é fornecido na forma de um comprimido de libertação prolongada de 2 mg e destina-se estritamente a via oral. As diretrizes de administração estão estruturadas para garantir que a substância ativa seja libertada de forma lenta e constante ao longo de várias horas, mimetizando de perto o sinal hormonal natural do organismo. Todas as instruções de utilização estão definidas em documentos regulamentares oficiais.


Âmbito da Administração

Categoria Instrução
Via de administração Via oral
Esquema posológico Um comprimido de libertação prolongada de 2 mg uma vez por dia.
Momento em relação às refeições Deve ser tomado após a refeição.
Requisitos de preparação Os comprimidos devem ser engolidos inteiros; não devem ser esmagados nem mastigados.
Regras por grupo etário Indicado para doentes com idade igual ou superior a 55 anos. O uso não é recomendado em casos de insuficiência hepática.
Dose esquecida Se uma dose for esquecida, deve ser tomada assim que houver memória do facto antes de ir dormir, ou aguardar até à próxima dose programada. Não deve ser tomada uma dose a dobrar.
Condições procedimentais A dose deve ser administrada 1–2 horas antes da hora de deitar. A utilização é definida como um tratamento de curto prazo com duração de até treze semanas.

Estrutura Procedimental Resultante

A sequência procedimental estabelecida para a administração consiste em:

  • Engolir um comprimido de libertação prolongada de 2 mg inteiro.
  • Administrar o comprimido após a refeição para garantir a correta cinética de absorção.
  • Tomar a dose diária precisamente 1–2 horas antes do momento pretendido para dormir.

Ligação ao protocolo global de utilização

Este método de utilização é definido por uma dose oral de 2 mg uma vez ao dia, tomada sob condições específicas de horário e de alimentação. Esta estrutura garante que o mecanismo de libertação sustentada reforce adequadamente o sinal circadiano natural do corpo durante o período de sono. O regime global está restrito a ciclos de tratamento de curto prazo, não excedendo as treze semanas.

Evidência clínica recente

Circadin: Evidência Clínica Recente

Os ensaios clínicos focados no Circadin (melatonina de libertação prolongada 2 mg) estabeleceram prioritariamente a sua eficácia e segurança para o tratamento a curto prazo da insónia primária, caracterizada por uma má qualidade do sono em doentes com idade igual ou superior a 55 anos. Este grupo etário foi selecionado devido ao declínio natural, associado à idade, na produção de melatonina endógena, que a formulação de libertação prolongada foi concebida para mimetizar ao longo da noite.


Eficácia e Qualidade de Vida

Estudos demonstraram que o Circadin melhora significativamente a qualidade do sono e o alerta matinal em comparação com o placebo na população indicada. As principais conclusões incluem uma redução na latência do sono (o tempo que se demora a adormecer) e melhorias na eficiência e duração global do sono. Além disso, o tratamento tem sido associado a um impacto benéfico na qualidade de vida relacionada com a saúde e no bem-estar geral, medido por índices padronizados. A eficácia demonstrou manter-se por períodos de até 13 semanas de utilização contínua, a duração máxima típica para o tratamento prescrito a curto prazo.


Segurança e Tolerabilidade

A formulação de libertação prolongada apresentou um perfil de segurança favorável. As reações adversas comuns comunicadas nos ensaios clínicos foram geralmente ligeiras e incluíram cefaleia, nasofaringite, dor de costas e dor nas articulações. É importante notar que o fármaco não está associado aos riscos típicos dos agentes hipnóticos convencionais, tais como a insónia de ricochete ou sintomas de privação após a interrupção, nem parece conduzir à tolerância.

Dados de segurança a longo prazo apoiam a utilização do medicamento por períodos alargados (até seis a doze meses) em determinados estudos, que o consideraram bem tolerado e sem supressão da produção natural de melatonina do organismo. No entanto, o seu uso não é recomendado para doentes com insuficiência hepática ou doenças autoimunes devido aos dados clínicos limitados.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Circadin (FAQ)

P: Qual é o objetivo principal do Circadin?

R: O Circadin está indicado principalmente para o tratamento a curto prazo da insónia primária, caracterizada por uma má qualidade do sono em doentes com 55 anos ou mais. É habitualmente utilizado por um período limitado, conforme as indicações de um profissional de saúde.


P: Com que rapidez poderá o Circadin afetar a qualidade do sono?

R: Em estudos clínicos, observou-se que o Circadin promove alterações no início e na duração do sono. O benefício total poderá não ser observado de imediato e pode levar de alguns dias a semanas de utilização consistente, tal como demonstrado em ensaios com duração até 13 semanas.


P: O Circadin pode ser utilizado para outros problemas relacionados com o sono?

R: A indicação autorizada do Circadin é específica para a insónia primária em adultos mais velhos. A utilização para outros distúrbios do sono, tais como "jet lag" ou trabalho por turnos, não está estabelecida na sua indicação aprovada. Qualquer utilização fora das indicações aprovadas deve ser discutida com um profissional de saúde qualificado.


P: O Circadin está associado a sonolência diurna?

R: Os dados dos ensaios clínicos sugeriram que a incidência de efeitos residuais, tais como a sonolência matinal, foi geralmente comparável à verificada com um placebo. No entanto, as respostas individuais dos doentes podem variar.


P: O Circadin pode ser tomado com outros medicamentos?

R: O Circadin pode interagir com certos medicamentos, particularmente aqueles que afetam as enzimas hepáticas CYP450, como a fluvoxamina. É recomendável consultar um médico ou farmacêutico sobre todos os medicamentos em curso para garantir uma utilização segura e evitar potenciais interações.


P: O Circadin é uma substância que causa dependência ou é controlada?

R: O Circadin não é classificado como uma substância controlada e não é considerado um hipnótico tradicional ou uma benzodiazepina. Os estudos não indicaram um risco associado de dependência ou de sintomas de privação em comparação com muitos outros auxiliares do sono.

Como Circadine deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Circadin

A conservação e a eliminação do Circadin (melatonina em comprimidos de libertação prolongada) devem seguir rigorosamente os requisitos oficiais, de forma a garantir a estabilidade do produto e a segurança ambiental.


Condições de Conservação Obrigatórias

O Circadin deve ser conservado a uma temperatura não superior a 25°C. Os comprimidos devem ser mantidos na embalagem original para proteger da luz. Como medida de segurança obrigatória, o medicamento deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças.

Não utilize o medicamento após o prazo de validade (VAL) impresso na embalagem.


Instruções Oficiais para Eliminação

É obrigatório não deitar fora quaisquer medicamentos nas águas residuais ou no lixo doméstico. Para garantir uma eliminação adequada e ajudar a proteger o ambiente, o Circadin não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser entregue a um farmacêutico ou num ponto de recolha autorizado.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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